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Prefeitura do Rio de Janeiro incia obras do Museu do Amanhã

Foram iniciadas na última terça-feira (1) as obras do Museu do Amanhã, projeto do arquiteto Santiago Calatrava. O edifício é um dos pilares do Projeto Porto Maravilha, realizado pela prefeitura do Rio de Janeiro para a revitalização da zona portuária da cidade. De acordo com a prefeitura, a obra deverá ser finalizada no primeiro semestre de 2014, sob investimento de R$ 215 milhões. As obras serão realizadas pelo consórcio Porto Novo, formado pela Odebrecht, OAS e Carioca Engenharia.

Em dezembro de 2010, o Píer Mauá, onde o edifício ficará localizado, teve que passar por obras de reforço estrutural, quando foram cravadas mais de mil estacas para a sustentação do edifício de 12,5 mil m².
 
No mês de junho, o projeto passou por um ensaio no túnel de vento no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), por conta da concepção arrojada do projeto. Inspirado em elementos da Floresta Atlântica, o projeto prevê a construção de um edifício com coletores solares móveis na fachada.
 
O Museu do Amanhã terá dois níveis conectados por rampas. No térreo, ficarão a loja, auditório, restaurante, salas de exposições temporárias e salas de pesquisa e ações educativas, além das áreas administrativas do museu. Já no pavimento superior estarão as salas das exposições permanentes, um belvedere para contemplação da vista e um café.
 
O grande destaque do projeto, no entanto, é a parte externa. Na fachada, o prédio terá grandes estruturas dinâmicas, que se movimentam e servem não só para oferecer sombra, mas também para a colocação de placas fotovoltaicas. Dependendo da hora do dia, o edifício pode ter sua aparência exterior alterada, já que os coletores se ajustarão para melhorar a captação de energia solar.
 
Calatrava também criou um espelho d'água ao redor do prédio, que servirá não só para mimetizar o museu com as águas da Baía de Guanabara, como também para mostrar como funciona um sistema de filtragem da água do mar. Além disso, a água vai gerar um microclima mais ameno em volta do Museu. O projeto ainda aproveita, ao máximo, a ventilação natural e a ventilação cruzada.

Fonte: http://piniweb.com.br

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