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BIM avança no Sul do Brasil

Os estados do Paraná e Santa Catarina firmaram, na terça-feira (21/10), Termo de Cooperação Técnica para o desenvolvimento mútuo do sistema BIM (Building Information Modeling/Modelagem de Informação da Construção). O documento vai promover maior diálogo e parceria entre arquitetos e urbanistas em âmbitos privados e públicos. O convênio foi assinado na abertura do 1º Seminário Regional Construindo BIM: Desafios e Perspectivas para implantação no Brasil, realizado pelo Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no estado do Paraná (Sindarq-PR), no Auditório do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. O evento reúne arquitetos e urbanistas de todo o país e busca compartilhar conhecimentos e experiências de implantação do BIM em projetos e obras públicas e privadas, construindo uma espécie de radiografia do estado atual desse processo para identificar os avanço necessários especialmente na região sul do país. O vice-presidente da FNA, Cicero Alvarez, participa dos debates nestas terça e quarta-feiras. Na quinta, o presidente da FNA, Jeferson Salazar, junta-se aos colegas em Curitiba, quando terá início o 10º Encontro de Arquitetos do Paraná.

Segundo a diretora de planejamento da Secretaria de Planejamento de Santa Catarina (SPG), Tatiana Borges, foi criado um Grupo de Trabalho destinado exclusivamente ao BIM (GTBIM). “Em primeira instância, criamos o grupo com o propósito de dividir conhecimentos para, assim, multiplicarmos em âmbito estadual, primordialmente atendendo as necessidades da população. Para tanto, começamos a usar o BIM nas edificações de hospitais, que são projetos de maior complexidade. O resultado é visível. Já conquistamos duas licitações e outras três estão em processo”. O coordenador do GTBIM na SPG é Rafael Teixeira da Silva, que também está à frente do grupo de Projetos Especiais da Secretaria de Planejamento de Santa Catarina.

O secretário de infraestrutura e logística do Paraná, José Richa Filho, lembra os benefícios que esta parceria vai proporcionar para os estados. “A consequência será o fomento do segmento da construção civil; a promoção mais efetiva do diálogo; o aumento da qualidade técnica dos empreendimentos; a valorização profissional dos arquitetos, urbanistas e engenheiros. Por fim, a promoção da transparência nos custos das obras e o aumento da qualidade técnica”.

 

Fonte FNA

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