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Opções de mobilidade desempenham grande papel no projeto das cidades inteligentes.

O honorário secretário do departamento de transportes dos E.U.A. Anthony Foxx deu início ao evento Smart City Challenge pitch nesta noite ao dizer, “Isto não é um espaço de governo normal. E isso não é um desafio normal do governo. ”

Nada poderia ser mais verdadeiro. Em um artigo no Wall Street Journal, Michael Laris disse, “Competição ajuda coisas difíceis acontecerem, ” e o US DOT Smart City Challenge forneceu esse catalizador necessário para estimular inovações e mudar o modo que as cidades americanas pensam sobre o transporte de seus cidadãos.

Durante o Smart City Challenge ao vivo de Washington D.C., o prefeito de Austin, Steve Adler, disse que uma cidade inteligente é aquela que reconhece os desafios e encaram esses desafios. Uma das declarações mais memoráveis que ele fez foi de que as cidades inteligentes se trata de acessos onde qualquer um na cidade pode encostar outro alguém na cidade.

Um sentimento similar foi comunicado pelo prefeito de São Francisco, que falou sobre igualdade na cidade. Oportunidades onde qualquer um pode ter vantagens de redes de transporte que são baseadas em veículos compartilhados, autônomos, acessíveis, e conectados. Uma rede de transporte que conecte pessoas as cidades que eles amam no sentido amplo ao invés de levar alguém do ponto A ao ponto B.

 

Após escutar os prefeitos das sete finalistas da Smart City Challenge, é claro que o sistema de transporte numa cidade inteligente deve promover liberdade de mobilidade. Criar pontos de acessos para todo mundo desde o início, o que significa promover soluções de mobilidade que sejam menos um empecilho e mais um criador de oportunidades iguais.

Em décadas, o propósito e a meta do desenho da malha de transporte nos Estados Unidos era mover o máximo número de tráfego motorizado, o mais rápido e seguro possível, do ponto A ao ponto B. Não importava se o tráfego estava passando através de uma importante estrada, no centro da cidade, ou até mesmo num bairro residencial. Em um país onde as pessoas tradicionalmente amam carros, a ideia de promover opções de mobilidade não centrado nos automóveis pode ser difícil visto por vários aspectos, mas a mudança está com certeza chegando.

 

De acordo com o artigo publicado no  FHWA Public Roads publication, o desenvolvimento de um sistema de transporte, principalmente para o tráfego de veículos motorizados, não foi capaz de satisfazer as necessidades de viagem e preferências dos grandes segmentos da população do país. Por conta disso, novos fatores estão influenciando agora o planejamento, desenho e a operação das ruas de hoje. Preocupações sobre acomodar as necessidades da população em envelhecimento, promovendo saúde e atividades públicas, assim como criar e conectar bairros é cada vez mais uma prioridade. Garantir que estradas propiciem uma mobilidade segura para os usuários, não apenas veículos automotores,  é o coração de uma nova abordagem, para previsão e construção,  de instalações de transporte conhecido como “ruas completas”. Eu prevejo que planos de mobilidade logo irão se tornar parte integrante de um plano geral de Cidades Inteligentes no futuro.

Em uma recente reunião da American Association of State Highway and Transportation Officials, ouvi um grupo de engenheiros-chefes dizendo que o estado não precisariam se envolver nas organizações de transporte do futuro. Isto foi importante observação que indica que as indústrias profissionais estão percebendo que resolver os desafios de transporte não significa que nós precisamos adicionar mais pistas as estradas existentes, e nem mesmo adicionar mais estradas ou ruas. Nós precisamos pensar sobre o que o conceito de Cidades Inteligentes significa, para nós é reinventar e construir um sólido sistema de transporte do século 21 – que é multimodal.

 

 

 

Autor: Gustavo Paula

Fonte:  http://bimontherocks.com/transportation-in-a-smart-city

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